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  • CORTINAS DE ESTACAS HÉLICE CONTÍNUA

    Consiste de estacas hélice executadas espaçadas ou tangentes ao longo do perímetro a ser contido. Suas principais vantagens são: 
    •    Rapidez de execução;
    •    Ausência de ruídos e vibrações, sendo aplicável em ambientes urbanos sem afetar as construções vizinhas; 
    •    Grande variedade de diâmetros disponíveis;
    •    Opção de não utilizar bomba de concreto, o que gera uma economia por metro cúbico substancial;
    •    Possibilidade de atingir profundidades elevadas. 
    A STAN Fundações se destaca na execução de cortinas de estacas hélice devido à sua técnica desenvolvida que permite que as estacas sejam executadas muito próximas à divisa do terreno, minimizando perdas de áreas significativas com a contenção, sendo muito indicada para a execução de subsolos. Além disso, contamos inclusive com diâmetro de 200mm, mais um atrativo para possibilitar o máximo aproveitamento da área de subsolo.
  • CORTINAS DE ESTACAS SECANTES

    A STAN Fundações é pioneira no desenvolvimento e utilização de estacas secantes no estado do Espírito Santo.

    As estacas secantes são construídas através da interseção de estacas consecutivas. Num primeiro momento, são executadas estacas utilizando um concreto ou argamassa com aditivo retardador de pega e com baixa taxa de armação ou até mesmo sem armadura. Depois de executadas as primeiras estacas, são executadas as segundas unindo e interceptando as estacas previamente  construídas. A perfuração e preenchimento das estacas secundárias devem ser realizados antes que o concreto ou argamassa das primárias atinja a máxima resistência. As estacas secundárias levam armação, que podem ser perfis metálicos ou armadura tipo gaiola. 

    As estacas secantes apresentam um melhor desempenho no que diz respeito à estanqueidade da cortina, sendo indicadas quando há escavação abaixo do nível d’água, principalmente quando se trata de subsolos de edifícios. Sua alta produtividade, ausência de ruídos e vibrações e variedade de diâmetros disponíveis, a partir de 275mm de diâmetro, concluem a lista de vantagens deste processo executivo.
  • CONCRETO PROJETADO

    O concreto projetado é um processo de aplicação de concreto utilizado sem a necessidade de formas, bastando apenas uma superfície para o seu lançamento. Esse sistema é muito utilizado em concretagens de túneis, paredes de contenção, solo grampeado, piscinas, recuperação e reforço estrutural de lajes, vigas, pilares e paredes de concreto armado. Há duas formas de obtenção do concreto projetado: por via seca ou via úmida.

    O processo via seca consiste num processo contínuo de projeção de concreto ou argamassa sob pressão (ar comprimido) que, por meio de um mangote, é conduzido de um equipamento de mistura até um bico projetor e lançado com grande velocidade sobre a base.

    O processo é realizado por meio de uma mistura a seco de cimento e agregados. Nesta fase, há ainda a possibilidade de se adicionar microssílica, fibras ou outros compostos especificados em projeto. No bico projetor existe uma entrada de água que é controlada pelo operador. O concreto seco é conduzido sob pressão até o bico onde recebe então a água e os aditivos.

    Não tem função primordialmente estrutural, pois normalmente é empregado para pequenos carregamentos, mas pode ser reforçado com armaduras convencionais, telas eletrosoldadas ou fibras
  • GRAMPEAMENTO

    Estrutura para estabilização passiva executada através da perfuração, introdução e injeção de grampos metálicos e posterior revestimento de face. Deve ser ainda acrescido o sistema de drenagem superficial e/ou profunda. 

    Na técnica de grampeamento, os grampos metálicos podem estabilizar tanto massas de solo (taludes naturais ou de escavação) quanto maciços rochosos, onde são comumente chamados de chumbadores.

    O revestimento de face é normalmente feito com concreto projetado, devido às características de grande durabilidade, tenacidade, agilidade, facilidade de aplicação e dispensar acabamentos complementares, mas também podem ser empregados mantas ou revestimentos vegetais.
  • ATIRANTAMENTO

    Difere-se da técnica do grampeamento por ser uma estrutura de estabilização ativa de massas de solo e/ou maciços rochosos, executada através da perfuração, introdução do tirante, injeção e posterior protensão dos tirantes. A estabilidade da massa de solo e/ou maciço rochoso é assim garantida através das tensões induzidas no contato solo-face. 

    Pode ser empregada para estabilização de taludes naturais ou de cortes ou ainda associada a cortina de estacas na contenção de subsolos.
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